Empresários defendem estruturas para rentabilizar investimentos

A Associação Empresarial de Vila Verde (AEViVer) quer ver instalada a rede de fibra ótica, para o acesso mais rápido das empresas à internet, e requalificados os acessos aos parques industriais de Oleiros e de Gême. É uma aposta para rentabilizar a atuação das empresas sediadas no concelho e para atrair novos investimentos que poderão ter grande impacto da dinamização da economia da região.
O acesso ao Parque Industrial de Oleiros a partir da EN 201 e ER205, na zona sul do concelho, assim como as ligações ao Parque Industrial de Gême junto à EN101, na zona norte do concelho, merecem também uma atenção especial da associação, cujos líderes recentemente eleitos deram a conhecer já alguns traços do seu plano de intervenção ao presidente da Câmara Municipal.
"Trata-se de investimentos estruturais que são fundamentais para o progresso do tecido empresarial do concelho e para a fixação de novas empresas e mais emprego no concelho, como são o caso das acessibilidades a áreas industriais e da instalação de fibra ótica", defendeu o presidente da AEViVer, José Morais.
O empresário, que liderou uma equipa com elementos do Conselho de Administração e pelos presidentes da Assembleia Geral e do Conselho Fiscal que se reuniu com António Vilela, manifestou a sua satisfação pelo "reconhecimento do empenho e dos esforços desenvolvidos pelo presidente da Câmara de Vila Verde para a concretização destes investimentos estruturais,tendo dado conta de reuniões que tem vindo a promover junto do Governo".
"É minha forte convicção que o tecido empresarial do conselho pode expandir-se, se formos capazes de juntar as energias dos diferentes agentes de desenvolvimento a favor de uma política assente na inovação, de forma a cooptarmos mais investimento", sustentou José Morais.
O líder associativo adiantou que a AEViVer está fortemente empenhada em assegurar aos seus associados "formação adequada e mecanismos de informação e sensibilização, com o objectivo de assegurar os melhores e mais eficazes recursos para responder aos desafios permanentes do mercado global em que estamos inseridos".
"Importa reforçar a competitividade do tecido empresarial, apostando em formação centrada nas problemáticas reais das empresas, potenciando-se, desta forma, o seu know how e promovendo a inovação", explicou.
A AEViver está já igualmente a diligenciar, no sentido de "criar um gabinete de apoio ao jovem empresário, facultando os instrumentos necessários à criação da sua empresa e garantindo apoio administrativo".
Segundo José Morais, "nos tempos que correm, as empresas têm que assumir estratégias comuns e rentabilizar recursos para fazerem vingar posições num mundo extremamente globalizado. É no agregar das empresas que, na AEViVer, conseguimos sentir os seus problemas, as suas necessidades, permitindo refletir em equipa, com uma filosofia de co-operação e colaboração, criando os mecanismos essenciais para o desenvolvimento de um tecido empresarial forte e competitivo".